Diego Pinal Fernandez
- Investigador com docênciaInstitutionEscola de psicologia da Universidade do MinhoStart date
- Investigador AuxiliarInstitutionCentro de Investigação em Psicologia, Universidade do MinhoStart date
- Coordenador(a) de anoInstitutionEscola de Psicologia da Universidade do MinhoStart date
- Diretor(a) de LaboratórioInstitutionCentro de Investigação em Psicologia, Universidade do MinhoStart date
Diego Pinal obteve seu doutoramento na Universidade de Santiago de Compostela (Espanha) sob a supervisão do Prof. Fernando Diaz e do Dr. Montserrat Zurrón. Além disso, completou vários projetos no Laboratório de Neurociência Funcional da Universidade Pablo de Olavide (Espanha), sob a supervisão da Prof. Mercedes Atienza, e na Brain and Behaviour Research Unit da University of Surrey (Reino Unido), sob a supervisão do Prof Paul Sauseng.
Durante os seus estudos de doutoramento, Diego participou em diferentes projetos de pesquisa dedicados ao estudo de marcadores psicofisiológicos do envelhecimento normal, bem como da deficiência cognitiva leve e da doença de Alzheimer. No âmbito desses projetos, o seu foco foi investigar mudanças dependentes da idade na atividade elétrica do cérebro associada ao controlo dos conteúdos na memória de trabalho e na memória de curto prazo visuais. Para isso, utilizou diferentes técnicas, principalmente, potenciais relacionados a eventos (ERPs), e análises tempo-frequência, incluindo análises de potência e fase, juntamente com avaliações da conectividade funcional.
Em Fevereiro de 2016, Diego recebeu uma bolsa de pós-doutoramento para se juntar ao Neuropsychophysiology Lab. Neste projeto, ele pretende ampliar tanto o âmbito da sua pesquisa, como a gama de técnicas implementadas. Consequentemente, o seu trabalho incidirá sobre a evolução ao longo da vida do controlo executivo dos conteúdos na memória de trabalho e na memória de curto prazo visuais. Em particular, será dada ênfase à caracterização da atividade cerebral em suporte da atenção seletiva e da resolução de interferências e a sua evolução desde a infância ate à senescência. Além disso, junto com a eletroencefalografia (EEG), a ressonância magnética funcional (fMRI) e a estimulação transcraniana de corrente elétrica (tECS) serão utilizadas para estudar e modular (respectivamente) a atividade cerebral que suporta as funções executivas acima mencionadas.